Algumas boas notícias
Zig Ziglar
Estudos incontáveis feitos por destacados (e variados) cientistas,
psicólogos e sociólogos, como Pitirim Sorokin, Arnold Toynbee, Will e
Ariel Durant, Willian Stevens, Sigmund Freud, James Dobson e o já citado
John Unwin, comprovaram que existe um lado positivo na história.
As civilizações prosperam sob a restrição moral e sexual. A energia
sexual é a mais criativa de todas as energias, e por causa da nossa
natureza, quando somos fieis ao parceiro, possuímos uma carga extra de
energia. Essa carga propicia uma abundância para nos tornarmos mais
produtivos e criativos, o que em geral resulta em melhores trabalhos de
literatura e de ciência, assim como na produção de bens materiais. Não
só a família se beneficia com o uso dessa energia sexual, como a energia
gerada acaba por elevar o padrão social, melhorando a qualidade de vida
para todos. O uso específico dessa energia sexual extra é feito como um
ato altruísta de amor e generosidade. O homem ou a mulher, por outro
lado, que dissipa a energia sexual com casos extraconjugais, está se
portando de maneira egoísta e irresponsável, procurando apenas
divertimento, sem consideração aos danos feitos tanto ao companheiro e
aos filhos, quanto aos parceiros de sexo e suas famílias. O resultado
líquido é que a produção fica refreada porque o egoísmo não gera a mesma
espécie de criatividade gerada pela abnegação.
Extraído do livro “Namoro no Casamento”, de Zig Ziglar, Editora
Maltese-norma, 1992.
